domingo, 3 de abril de 2011

Não sei por que,Amor.




Não sei por que,Amor.
Apesar de acreditar muito nele, ultimamente não é meu assunto preferido, nem tão pouco algo que tem me feito suspirar, talvez isso até explique a razão pela qual tenho  fugido dele.

Não sei por que, mas resolvi falar de amor.

Resolvi debater comigo mesmo em forma de palavras, a sua origem e razão pela qual faz bater de forma tão forte e silenciosamente, mas que sempre, sempre! Nos toma conta de tal forma que nos torna então escravos, corpo, alma e coração.

Ele pode começar em um olhar, no doce de uma palavra ou no encanto de um sorriso, mas o destino é um só, o nosso coração.

E estando lá, pode o tempo passar, a distancia sufocar, e a saudade machucar, ele ira sempre nos lembrar, a razão que nos fez amar.

Mas como, e por que ele acontece?

Seria algum tipo de sorteio que o próprio cupido faz e atira a sua flecha?

Seria o acaso nos pregando uma peça, ou simplesmente por que tinha que acontecer?

Duvida cruel, mas pertinente!

Se é dificil saber como ele acontece em nossas vidas, como mante-lo, teoricamente parece mais fácil, mas apenas parece!

Afinal pode ser por acaso, ou por qualquer outro motivo que ele acontece, mas não é por acaso que ele continuara em nossas vidas. E é entre lagrimas e sorrisos, conquistas e perdas, conflitos e caricias no qual ele se alimentará daquilo que o fará crescer, ou não.

Chegamos na parte no qual todos esperamos e torcemos, para que o famoso “felizes para sempre” caia como uma luva, no nosso conto de fadas.

Felizes daqueles que o vivem e viveram pra sempre, pois sempre teram por quem pensar, afinal como certa vez ouvi : “É impossivel lembrar de alguem que não se pode esquecer.”

Felizes dos que já viveram a felicidade e a dor que ele pode nos causar...

E felizes daqueles que sonham em viver um grande amor, pois acredite...

Eu já sonhei um dia, e nem no melhor dos sonhos é tão bom, tão magico, quanto a sua realização.

E se quando comecei a escrever, não sabia por que falava de amor, agora no fim continuo menos ainda...

Mas quem saiba assim, ouvindo a vóz das minhas palavras, o amor possa fazer parte da minha vida novamente, e me explicar esse “não sei por que”, que por algum motivo, aguarda a resposta.